5 bazar vegano floripa

 

 

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8 RODAS DE BATE PAPO – Sinopses & Sinapses
Pelas Ações Entre os Movimentos Sociais – 5º Bazar Vegano Floripa

13h20 O SINCRONÁRIO DE 13 LUAS
E O FIM DO TEMPO LINEAR GREGORIANO

É Tempo de revermos nossa frequência diante da vida que levamos!
Roda de conversa para falar sobre a prática do Sincronário de 13 luas de 28 dias. Explicaremos sobre os impactos negativos do calendário Gregoriano (12:60) para a humanidade, e como despertar para a leitura harmonica do Tempo 13:20, referente ao Código dos Maias, que respeita os ciclos terrestres. Venha compartilhar essa frequência conosco!

*Esse dia será no sincronário o dia Kali (dia da semana), kin 151, Macaco Galáctico Azul, dia de harmonizar com fim de brincar, Modelando a ilusão, processo da magia e integridade. Dia de Portal de Ativação Galáctica!

ApresentAção:
Telma Regina Coelho – Florianópolis-SC
AllBano Dias – Goianésia-GO

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14h14 VEGANISMO NÃO É DIETA
O ESPECISMO DENTRO DO MOVIMENTO E SUA DESPOLITIZAÇÃO

O veganismo é uma dieta? Um “estilo de vida” saudável? Cade o antiespecismo? Cade os animais? Acha que “salva vidas” por deixar de comer carne? Porque estamos falando de alimentação e não de animais de rua? E os santuários? Onde está a libertação animal? Reflexões e criticas sobre o veganismo e o especismo dentro do movimento e sua despolitização. Pensando coletivamente o especismo no cotidiano, o que podemos fazer a partir das nossas possibilidades, ações que buscam construir práticas de apoio mútuo e solidariedade entre as espécies. Pela destruição do imaginário branco, machista, elitista, europeu, gordofóbico, neoliberal e capacitista do veganismo hegemônico.

ApresentAção:
Kono, Constanza A. Castillo
Activista lesbiana anarko-feminista. Performera, ¿escritora? y tallerista en curso, proletaria de la feminidad, activando desde lo monstruoso, las disidencias corporales desarrollando temas como la politización de la gordura y la cuerpa, la heterosexualidad como régimen político, lucha antipatriarcal y antiespecista, post-porno, alianzas con transytravestis, hiperfeminidad, bondage/shibari/kinbaku y nuevas exploraciones con el dolor, entre otros.
Quilpué-Valparaíso – Chile-CHL

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15h15 ESCRAVIDÃO MODERNA
RELACIONANDO OS PROCESSOS PARA A ESCRAVIDÃO E SUAS FORMAS NO CURSO DO ESPAÇO/TEMPO

Para além da escravidão do Humano sobre o Humano e seus aspectos dicotômicos nas sociedades humanas – Homem sobre Mulher, Explorador sobre Explorado, Elite sobre Povo, Aptos sobre Inaptos,
Técnicos sobre Leigos, Clero sobre Fiéis – considerar-se-á também as mútliplas formas de escravidão do Humano sobre o não-Humano com o objetivo de trazer para o debates as maneiras como estes processos acontecem, aconteceram e os reflexos do passado no presente, as perpectivas futuras e provaveis fatores que contribuiriam para a abolição de tais processos.

ApresentAção:
Hugo Deigman
Ex-Professor e Estudante de História, Publicitário por Formação, Músico, Ativista Cultural e Culinarista Vegano
Timóteo-MG

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16h16 DIREITOS ORIGINÁRIOS
DEMARCAÇÃO, HOMOLOGAÇÃO E RESPEITO JÁ!

A palavra de quem resiste há mais de 517 anos pela “América do Sul”. Povos originários de inúmeras diferentes aldeias que foram taxados de índios. Aqui não é a Índia!

Protagosnista:
Kuaray Tataendy
Guerreiro Nativo Guarani
Aldeia Itaty – Morro dos Cavalos – Palhoça – Meiembipe-SC

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17h17 AMOR NÃO É DOENÇA
PROJETOS DE “CURA” À COMUNIDADE LGBT

Desde 1990, a homossexualidade deixou de constar na Classificação Internacional Nacional de doenças – manual que orienta profissionais da psicologia e da psiquiatria no exercício da sua prática clínica. Entretanto, travestis e pessoas transgêneras continuam no mesmo manual.
Recentemente, uma mudança na Resolução 001/99 do Conselho Federal de Psicologia – sob pressão da bancada evangélica, abrem espaço para o retorno de “terapias de reorientação sexual”, (também conhecidas como “Cura gay”).
De que formas podemos nos organizar contra esse retrocesso sem, mais uma vez, excluir a população de travestis e pessoas trans dessa luta?
Respeite a diversidade e cure as suas fobias!

ApresentAção:
Raíssa Éris Grimm
Florianópolis-SC

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18h18 A LEGALIZAÇÃO DO ABORTO E O IMPACTO SOBRE MULHERES NEGRAS:
ALGUNS RESULTADOS SOBRE A DESCRIMINALIZAÇÃO DA INTERRUPÇÃO VOLUNTÁRIA DA GESTAÇÃO

Segundo a Organização Mundial da Saúde, a cada dois dias, uma mulher morre no país, vítima de aborto clandestino e mais de 1 milhão de mulheres no país se submetem a abortos clandestinos anualmente. Mais de uma em cada cinco mulheres entre 18 e 39 anos de idade já recorreu a um aborto na vida. De todas essas mulheres, sabemos que as que têm mais dinheiro e que são, em sua maioria, brancas, conseguem realizar o procedimento de forma segura em clínicas particulares. Já as mulheres pobres e negras são as que mais morrem por não terem acesso à procedimentos seguros. Diante desses dados, percebemos que falar em aborto é de muita seriedade e importância, pois trata-se de uma questão de saúde pública que atinge muitas vidas.

ApresentAção:
Nathália Dothling Reis
Mulher Negra, Ativista AnarcaFeminista e Vegana. Bacharela em Ciências Sociais pela UFSC e Mestranda em Antropologia Social na mesma universidade, é pesquisadora na área de gênero há 5 anos. Atualmente estuda a temática da liderança de mulheres em comunidades quilombolas, pensando na intersecção do gênero com questões étnico-raciais e de classe.
Ipatinga-MG

Daniela Rosendo
Defensora dos Direitos Humanos, Feminista e Vegana
Doutoranda e Mestra em Filosofia, Ética e Filosofia Política UFSC, Bacharela em Direito UNIVILLE, Prof.ª FGG, Ass.ª pesq. IDDH e Membra do CLADEM Brasil
Joinville-SC

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19h19 O QUE É FASCISMO?
HISTÓRIA – CARACTERÍSTICAS – ATUALIDADES

ApresentAção:
Coletivo Desterro Antifascista – Florianópolis-SC

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20h20 O ATIVISMO POÉTICO SARAUS E SLAM
ARTES POÉTICAS NO CONTEXTO URBANO COMO POSSIBILIDADES EMANCIPATÓRIAS

Nos últimos anos os movimentos de saraus de rua propostos por diversos coletivos – cada qual com sua(s) vertente(s) de atuação e História própria – tem promovido maior acesso à literatura popular contemporânea e às artes maginais. As midias interativas, os espaços particulares que se abrem, os espaços públicos que se conquistam e o ativismo cultural popular tem papel crucial na emancipação de pessoas, classes, etnias e gêneros, possibiltando ambientes democráticos para a difusão de ideias que contribuem sumariamente para a organização, o entendimento e a fundamental mudança de paradigmas sociais por intermédio das artes até então marginalizadas.

ApresentAção:
Coletivo A Rua Declama – Florianópolis-SC

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RODAS ACESSÍVEIS EM LIBRAS:

•15h15 ESCRAVIDÃO MODERNA
•17h17 AMOR NÃO É DOENÇA (DIVERSIDADE SEXUAL E DE GENERO)
•18h18 A LEGALIZAÇÃO DO ABORTO (IMPACTO SOBRE NEGRAS)

Interprete Voluntária:
Numa carona conhecemos Gabirela Benaiter, mãe de uma menina surda, hoje com 23 anos. Professora e interprete de surdos com 20 anos de experiência. Natural de Canoas-RS mudou para Floripa em busca de uma vida melhor e para poder fazer sua parte na mudança para um mundo melhor! Ofereceu seu talento para três rodas em nosso bazar. Agradecemos sua dedicAção!